Dra. Raquel Fitarelli

Mastologista dedicada às cirurgias mamárias oncológicas, à prevenção e à reconstrução mamária.

União entre ciência e sensibilidade para oferecer segurança, resultado e acolhimento em cada etapa do tratamento.

Dra. Raquel Fitarelli

Médica Mastologista e Ginecologista
CRM-RS 39717 | RQE 37090

A Dra. Raquel atua com foco em cirurgias mamárias oncológicas e reconstrutivas, unindo técnica, precisão e cuidado em todas as etapas do tratamento.

Formada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, realizou residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre e em Mastologia no Hospital Fêmina.

É titulada pela AMB como Especialista em Ginecologia, Obstetrícia e em Mastologia.

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Conduta ética e fundamentada na ciência!

Sua prática clínica abrange o diagnóstico precoce, o estadiamento, o planejamento cirúrgico e o acompanhamento das pacientes durante e após o tratamento do câncer de mama. Com atuação ética e embasada em evidências, valoriza a comunicação clara e a tomada de decisão compartilhada, oferecendo uma abordagem que considera o contexto físico e emocional de cada mulher.

Participa de formações e atualizações contínuas na área de mastologia oncológica, com especial interesse em cirurgias conservadoras, mastectomias com reconstrução imediata e estratégias de redução de risco em mulheres com mutações genéticas (como BRCA1 e BRCA2).

Como funcionam os atendimentos da Dra. Raquel

Primeira Consulta

O primeiro encontro é um momento de escuta e acolhimento. A consulta inclui uma análise detalhada do histórico clínico, dos fatores de risco e dos exames de imagem já realizados. A partir disso, são discutidas as melhores condutas, que podem envolver acompanhamento clínico, exames complementares ou, quando necessário, o planejamento cirúrgico. É também o momento de alinhar expectativas e esclarecer dúvidas com transparência e empatia.

Exames e Estadiamento

Quando há necessidade de investigação mais aprofundada, são solicitados exames complementares para compreender melhor as características do quadro e direcionar a conduta ideal. Essa etapa permite identificar precocemente alterações mamárias e definir, com precisão, o melhor caminho para cada paciente, sempre com foco na segurança e no cuidado integral.

Discussão e Planejamento Cirúrgico

Em situações que indicam a necessidade de tratamento cirúrgico, a paciente é orientada sobre todas as possibilidades: desde cirurgias conservadoras até mastectomias com reconstrução. Cada decisão é tomada de forma compartilhada, considerando aspectos técnicos, estéticos e emocionais. O objetivo é oferecer clareza, segurança e protagonismo à mulher em cada escolha.

Cirurgia (quando indicada)

Quando a cirurgia é o caminho mais indicado, o procedimento é realizado com foco no controle da doença, na simetria mamária e na preservação funcional. Cada detalhe é planejado com atenção às particularidades de cada caso, priorizando a segurança oncológica e o bem-estar físico e emocional da paciente.

Pós-operatório e Reabilitação

Após o procedimento, o acompanhamento é contínuo e próximo. São fornecidas orientações sobre cicatrização, movimentação e autocuidado, além de encaminhamento à fisioterapia ou outras terapias de suporte quando necessário. Essa fase é essencial para promover uma recuperação segura e confortável, devolvendo autonomia ao paciente de forma gradual.

Seguimento de Longo Prazo

Mesmo após o término do tratamento, o cuidado não se encerra. O acompanhamento periódico permite detectar precocemente qualquer alteração, avaliar resultados estéticos e oferecer suporte contínuo à saúde mamária. A paciente segue assistida em todas as fases, da prevenção à reabilitação, com foco em qualidade de vida e segurança duradoura.

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Perguntas frequentes

Não. Quando o tumor é detectado em estágio inicial e há segurança oncológica, a cirurgia conservadora é uma opção viável e segura.
É o primeiro linfonodo que recebe a drenagem da mama. Sua análise permite identificar se houve disseminação da doença, evitando cirurgias maiores quando possível.
Sim, em muitos casos. A reconstrução imediata é possível quando o estágio da doença e o plano de tratamento permitem.
Nem sempre. A decisão é individual e envolve análise de risco, idade, histórico familiar e preferências pessoais. Quando indicada, pode incluir cirurgias redutoras de risco com reconstrução.
Sim. O seguimento contínuo é essencial para monitorar cicatrização, detectar possíveis recidivas e cuidar da reabilitação mamária e emocional.
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